Nas vertentes táticas, como os “Maiorais” devem se comportar na Série D
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Os desafios e os conceitos que Luís Carlos e Francisco Diá devem implementar em suas equipes para a competição nacional
Escrito por: Adriano Motta - 20/Junho/2015 - 12:23hrs
Com elencos praticamente fechados, as comissões técnicas
de Treze e Campinense procuram dar ritmo e condicionamento aos atletas para o
início da série D, no dia 12 de Julho.
Em situação distinta a do rival, o Treze tem a maior
missão de todas: fazer com que o extracampo não atrapalhe o desempenho de seus
jogadores no decorrer da competição.
As dificuldades financeiras do Clube obrigaram a diretoria
a montar um elenco jovem e barato – Talvez, tomando como maior exemplo o
sucesso do Campinense Campeão Paraibano.
Mas, se para o dirigente a preocupação fica em âmbito
financeiro, para o lado do torcedor, a pergunta pertinente na cabeça é: Até
onde esse elenco pode chegar?
Sob o comando de Luís Carlos, o Treze deve tentar
implementar um jogo de movimentação, compactação rápida e velocidade nos contragolpes
com Preto, Téssio e André Beleza, na criação. Além das aproximações dos
volantes. Nonato deve e será importante como líder do grupo e centroavante.
Algumas apostas também foram feitas, como nos destaques do
Auto Esporte, e no lateral Thalison, destaque do Lucena no Estadual.
O primeiro teste já foi neste Domingo (28), em amistoso
contra o frágil Cruzeiro de Ingá. A equipe alvinegra não teve dificuldades e
venceu por 14 a 0. O teste maior será contra o forte rival Campinense e o jogo
tático de Francisco Diá, Domingo (05), no Amigão.
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| O Treze de Luís Carlos deve apostar no 4-4-2 móvel e de linhas compactas. |
O Campinense perdeu algumas peças importantes que fizeram
parte do elenco vitorioso do Estadual, mas repôs à altura. Nomes que jogaram no
rival também compõem a lista do novo elenco Rubro-Negro, como o zagueiro Tiago
Sala, o lateral David Modesto e o volante Magno.
Agora, Diá, assim como Luís Carlos, no Treze, tem a missão
de, em pouco tempo, estabelecer e encontrar o entrosamento necessário para
adaptar os novos jogadores as nuances táticas do seu 4-3-1-2 bastante variante.
Por mais que encontre certa dificuldade, a espinha dorsal
da equipe titular está mantida. O trio de volantes Neto, Leandro Santos e
Negretti permaneceram, além do zagueiro Joécio e o goleiro Gledson.
A proposta deve ser a mesma: compactação efetiva, e
velocidade nos contragolpes usando os flancos com inteligência e qualidade. A
variação para o 3-4-1-2 deve permanecer. Os laterais apoiam mais e Leandro
Santos recua para formar a linha de três zagueiros. O vídeo abaixo mostra como
deve ser a movimentação ofensiva do esquema.
A equipe Rubro-Negra também vem forte no ataque. Por mais
que haja dúvida de quem será o novo camisa 10 raposeiro – Francisco Diá indica
ser Gil Bala – o time está bem servido de atacantes. Rodrigão se destacou no
coletivo do último Domingo (28) com três gols. Outra peça interessante é
Adalgiso Pitbull, com bastante experiência na competição.
Nas laterais, a expectativa também é boa. David Modesto e
Felipe Ramon são indicados como os donos das laterais direta e esquerda,
respectivamente. O primeiro, fez bons jogos com a camisa rival; o segundo, foi
o destaque e uma das revelações do Estadual, pelo Auto Esporte.
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4-3-1-2 variante. Boas aproximações de Gil Bala do meio para a frente. Dois atacantes móveis e artilheiros. Este é o Campinense para a Série D.
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O primeiro teste da equipe de Francisco Diá será na
próxima Quarta-Feira (01), diante da Desportiva Guarabira, equipe que disputará
a segunda divisão do Paraibano. Já no Domingo (05), enfrenta o Treze, no
Clássico dos Maiorais em comemoração aos 150 anos de Campina Grande.

