Dos "erros" aos "acertos", Diá abre o leque de opções técnicas e táticas após a vitória contra o Globo/RN
Escrito por: Adriano Motta - 15 /Julho/2015 - 15:02hrs A atuação fraca no primeiro tempo abriu brechas para o banco de reservas “dec...
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Escrito por: Adriano Motta - 15/Julho/2015 - 15:02hrs
A atuação fraca no primeiro tempo abriu brechas para o banco de reservas “decidir”
A atuação fraca no primeiro tempo abriu brechas para o banco de reservas “decidir”
Perdas de última hora, e o risco de tudo o que foi planejado ao longo da
semana de treinos e nos amistosos ir por água abaixo. A missão de Francisco Diá
iria além de alcançar o entrosamento ideal para a equipe. A versatilidade
deveria ser a vertente máxima.
As perdas de Leandro Santos, Neto, que entrara no segundo tempo, além da
não regularização de alguns atletas que podem ser importantes ao longo da
caminhada - Endrick, João Paulo e Valdeir, deixaram incógnitas não só na cabeça
do treinador, como também na torcida.
Diá testou. Sem peças no meio campo que pudessem se adequar ao estilo de
jogo do Globo, o técnico Rubro-Negro viu em Filipe Ramon, improvisado no meio
campo, uma espécie de trunfo para desorganizar e abrir espaços no setor
ofensivo junto ao ímpeto de Ronaell, pelo lado esquerdo. Na prática, um 4-2-3-1
que já chegou a ser testado por Francisco Diá contra o CRB, no Rei Pelé, ainda
na Copa do Nordeste.
O jogo morno no primeiro tempo fez a torcida ficar impaciente. Filipe
Ramon não conseguiu executar o planejado e foi peça direta na inércia do meio
campo do Campinense. As jogadas pelos flancos chegaram a ser algum desafogo
para o time de Diá, mas não surtiu efeito diante do 4-4-2 adversário.
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A maior posse de bola ficou com a intensa movimentação do Globo, com
Romarinho e Fabinho Cambalhota, entretanto, o único lance de perigo dos
visitantes ficou na defesa de Gledson, aos 44 minutos, em chute de Romarinho.
O segundo tempo seria o "tudo ou nada" para o Campinense.
Estrear bem dentro dos seus domínios é de suma importância. Diá lançou Rodrigão
na vaga de Gil Bala, recuou Negretti totalmente para a função de zagueiro, e
abriu o 3-4-3 viabilizando o jogo rápido pelos lados com Túlio Renan e Rennan,
tendo a referência pelo meio deslocando a marcação e abrindo espaços para
infiltrações.
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O resultado dá moral para o seguimento da competição, e abre os olhos de
Diá para a qualidade de Ronaell, Rodrigão, e Magno, que no contexto geral,
fizeram bom jogo. A saída de Leandro Santos, já confirmada, e a eventual ida de
Neto para o futebol japonês, em um primeiro momento, devem preocupar, mas
abrirá espaço para peças de qualidade, como o recém chegado João Neto, além do
meia Valdeir.
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